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Ministério da Saúde recomenda inicio da vacinação em pessoas com comorbidades

O Ministério da Saúde recomendou por meio de comunicado que os estados e municípios iniciem a vacinação em pessoas com comorbidades, doenças preexistentes, a partir de maio, segundo a pasta, o grupo corresponde por cerca de 17 milhões de brasileiros. A pasta solicita que a aplicação das doses sejam feitas por faixa etária, iniciando com pessoas de 55 a 59 anos e seguindo em ordem decrescente.

Segundo as informações divulgadas nesta quarta-feira (21), para a aplicação da vacina serão aceitos exames, receitas médicas, laudos e relatórios que comprovem que a existência de alguma doença que se enquadre no grupo prioritário, tido como de risco para a COVID-19. Hipertensão, diabetes, problemas cardíacos e pulmonares são algumas das doenças preexistentes que podem oferecer risco de agravamento da Covid-19.

“É importante que as pessoas pertencentes ao grupo das comorbidades estejam pré-cadastradas no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) ou em alguma unidade de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS)“, avisa o comunicado da pasta. O texto faz a ressalva de que quem não tiver inscrição, no momento da vacinação, poderá apresentar “um comprovante que demonstre pertencer a um destes grupos de risco, como exames, receitas, relatório médico ou prescrição médica”.

O Ministério da Saúde orienta que a vacinação ocorre dos mais velhos para os mais jovens, seguindo as faixas etárias de acordo com a disponibilidade de imunizantes. “O grupo prioritário das comorbidades é um dos maiores da ordem estabelecida pelo Plano de Vacinação do Ministério da Saúde. São mais de 17 milhões de pessoas que, muito em breve, serão vacinadas. Esse movimento será muito importante para proteger as pessoas que estão nesse grupo de risco e, também, para a ampliação da vacinação no Brasil”, informou o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, em comunicado.

O Brasil ultrapassou nesta terça (20) 14 milhões de casos confirmados do novo coronavírus e 378 mil óbitos em decorrência da doença. O Ministério da Saúde já aplicou 33,8 milhões unidades da vacina (entre primeira e segunda dose). Atualmente, o Brasil é o epicentro da pandemia.

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